Nunca realmente pensei que mudanças poderiam ser, de alguma
forma ruins. Eu sempre gostei de explorar o novo e entender, o que as novidades
nos têm a dizer. A ideia de começar um novo livro, escrito por outro autor,
sair de minha zona de conforto – linguisticamente e socialmente falando, foram
coisas que não hesitei em fazer.
Em contrapartida, a vida muitas vezes prega peças na gente. Sei
que sou muito jovem para tratar de narrar muitas experiências ou dias vividos.
Mas uma coisa é certa, para mim: tudo muda na vida. Temos que arcar com nossos sonhos e suas consequências
se querermos lutar por eles, temos necessidades e responsabilidades.
Uma era, um momento, um ato quotidiano podem parecer
intermináveis, de certa forma imutável, até que precisemos decidir. A decisão
de nunca render-se ao que não gosta apenas é enfrentada pelos corajosos o suficiente
para arcar com a o “re” que vem depois da ação, a reação.
Posso não ter todas as experiências do mundo, mas tenho algo
que escolhi, e que me estou destinado a lutar até o fim de meus dias.
Eu fiz uma escolha, afinal, não existe começo sem existir, previamente,
um fim
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